quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Olhos de "Ver"

O clamor sequioso de justiça, É quase sempre, portador de rebeldia e orgulho. Agride, revolta, trama e faz barulho, Denota cegueira transitória e enfermiça.
Por sob o véu injustiças há, Por sobre ele, com Olhos de "Ver", não. Nas reviravoltas dos justos por injustos, Certo é, que não existe inocência e razão.
No Divino código, que é justo e perfeito, Existe misericórdia e apelação. E não há brecha, distorção ou falsa interpretação, Na Lei de Causa e Efeito.
Ainda aquém de compreender seu sofrimento, Segue assim, a claudicante humanidade. Nas idas e vindas, da euforia ao lamento, Em sua busca, por ora inglória, da tal felicidade.
Até que há de chegar o dia, Que o Amor se unirá em laços à razão. Sob o clarão dessa luz que irradia, O Bem que encerra o caos e a escuridão.

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